sábado, 27 de outubro de 2007

"NUTRIÇÃO.ALIMENTA SENTIMENTOS E NÃO ENGORDA"


A informação transmitida....








O papel do nutricionista é contribuir para o bem estar e saúde dos pacientes. Compete-lhes divulgar ciência, esta produzida por outros, transformada e trabalhada de forma a que a linguagem seja simples e de fácil compreensão.
Mas até que ponto se trata só de transmissão de informação?
Até que ponto o nutricionista é uma "peça" neutra na transmissão de informação?
Gostaria que deixassem uma opinião...
Ana Gonçalves
ESTRUTURALISTA...FUNCIONALISTA....

A publicidade aos alimentos.
Duas correntes.
Por um lado estrutural, por outro funcional.
Qual a diferença?

Sem dúvida que estas duas correntes estão presentes na vasta publicidade que invade os ecrãs de nossas casas. A corrente funcionalista mostra o que os alimentos contêm e a sua funcionalidade. Enquanto que na corrente estruturalista se vê que os consumos alimentares têm haver com as relações sociais e culturais...

Vejam as publicidades...

Ana Gonçalves

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

E vOcÊ????????


E agora? Estruturalista, funcionalista... Dos dois um pouco.
Por um lado sobressai a corrente estruturalista, quando se denota que é uma publicidade exclusiva para mulheres, mostrando a boa imagem que se alcança tomando Activia. Por outro lado, a corrente funcionalista expõe os benefícios de Activia enquanto produto alimentar.
Lança-se a questão: "o que mais te cativa e influencia a optar?"

Ana e Catarina
AcTiMeLiZa-Te....

Por outro lado também temos um lado funcionalista na publicidade. Este apela às características do produto em si, sendo este a personagem principal do anúncio.

O fazer bem, o ajudar, o reforçar...são tudo tópicos focados que vão incentivar a compra do produto, abrangendo qualquer faixa etária.

Ana e Catarina

MaGnIfIcO..........


Sem dúvida que, a nível publicitário, enveredar por uma corrente estruturalista, em que se evidenciam as características universais, a vertente da imagem, cria mais impacto, captando mais facilmente a atenção dos consumidores. Num anúncio como este, o simples facto da personagem principal ser uma figura pública conhecida e o cenário em si ser de bastante glamour, leva a que se opte por uma bebida como esta não só pelo sabor mas também porque "fica bem". Significa classe. MAGNIFICO... assim o diz o anúncio:)

Ana e Catarina

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

1. Porque temos necessidade de comunicar sobre o que comemos?




Porque alimentação, mais que um prazer, é, acima de tudo, uma necessidade;
Porque o que comemos se reflecte na aparência e a preocupação com a estética e a saúde é cada vez maior;

Porque cada vez temos mais informação disponível acerca da alimentação;

Porque a variedade alimentar tem vindo a aumentar, o que acarreta a necessidade de saber escolher e optar pelo melhor.


O que influencia as nossas escolhas?

Se até os animais, através de odores, transmitem a informação às suas crias sobre o que comer ou não, sobre a escolha a fazer, nos seres humanos passa-se algo semelhante: a transmissão de informação é feita de geração em geração, criando hábitos alimentares a nível familiar e cultural que nos acompanham.

Remetendo para um passado não muito longínquo (a geração dos nossos avós), a alimentação era vista como um "combustível" para o trabalho. Hoje em dia a ideia é outra...

Na hora de escolher, surge o dilema: saúde ou prazer/saudável ou saboroso. http://www.youtube.com/watch?v=82qpNgrFoB4&mode=related&search=
Começando pelos jovens, os seus critérios são simples: rapidez, paladar, baixo custo.http://www.youtube.com/watch?v=uKnMDqTr_mk Tal facto acarreta uma maior aderência ao fast food, o que agrava progressivamente doenças como a obesidade, obesidade infantil, colesterol elevado, doenças cardiovasculares...http://www.youtube.com/watch?v=tzSZabLR3-o

Agora perguntamos: será falta de informação? Será falta de interesse? Estranho... Quando a preocupação com a imagem é cada vez maior!